João Pessoa acompanha investigação de suspeita de mpox em turista do RN
25/02/2026
(Foto: Reprodução) Partículas do vírus da mpox vistas em microscópio eletrônico
Reprodução/NIAD
O caso da jovem de 19 anos que está internada em Mossoró com suspeita de mpox está sendo acompanhado pela Secretaria de Saúde de João Pessoa. A jovem deu entrada em uma UPA de Mossoró no dia 20 de fevereiro, e esteve em viagem em João Pessoa em janeiro.
Errata: o g1 errou ao afirmar que a Secretaria de Saúde da Paraíba (SES-PB) está investigando o caso de Mossoró. O caso está sendo investigado pela Secretaria Municipal de Saúde de Mossoró uma vez que foi notificado no Rio Grande do Norte. Após o esclarecimento da informação por parte da SES-PB, a informação foi corrigida às 16h40.
Apesar de acompanhar a investigação, a Secretaria de Saúde de João Pessoa ressalta que o período entre o contato com o vírus e o surgimento dos sintomas é, em geral, de 3 a 16 dias, podendo se estender por até 21 dias, o que não coincide com o período em que a paciente esteve na capital paraibana.
A jovem deu entrada na UPA, em Mossoró, depois de apresentar sintomas virais e lesões na pele, o que fez a equipe médica suspeitar de infecção por mpox.
O exame para confirmação ou descarte da doença, no caso da jovem, foi solicitado e deve ter o resultado até o fim de semana. Apesar da suspeita da mpox, outras doenças não foram descartadas.
Na Paraíba, não há nenhum caso confirmado da doença até esta quarta-feira (25). De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado, até o momento houve a notificação de dois casos na Paraíba, ambos em João Pessoa. A Secretaria de Saúde de João Pessoa informou que os dois casos foram descartados.
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O que é a Mpox?
Conheça o vírus da mpox e os principais sintomas da doença.
Ana Moscatelli/Arte g1
De acordo com o Ministério da Saúde, a Mpox é uma doença viral. Os principais sinais e sintomas da doença são: lesões na pele, aumento de ínguas, febre, dor de cabeça e no corpo, calafrios e fraqueza.
A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões de pele, fluidos corporais e objetos contaminados.
O tratamento da doença é feito de acordo com suporte clínico para alívio dos sintomas e prevenção de complicações. Até o momento, não há medicamento específico para a doença.
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